A eternidade de paz pós-provações...
A conformidade para todas as dificuldades.
Ajoelhados diante a imposição das privações!
Submissos às concentrações.
Aglomerações de velhas frases velhas;
pálidas rimas de verdades convencionadas,
apenas moralizadas,
sermões de monotonia.
Reformas de Moralidades Fúteis.
O caminho turvo, num inferno no céu de alegria
de tormentos, anjos demônios, fogo e nuvens
Com toda a elegância da descompostura.
Com todo o charme da infâmia...
Boemias ao amor de psicodélicas melodias.
Onde se desnudam os dogmas,
Lá, onde mudam as crenças.
Onde o homem existe e então pensa!
sábado, 18 de setembro de 2010
Hei Você!
Hei você sem medo de amar,
corre para o excesso,
vai à intensidade, deixa e joga,
confunde e se perde. Acha-se e mexe.
Tenta-se e se experimenta!
Hei você que descobriu o suficiente
e agora bebe nada, ou bebe suave,
ou doses dobradas e todas elas.
Hei você que imagina um sorriso e sorri...
Imagina o amor e ama!
Tem um sonho e sonha!
Hei você!
Perde-se e se acompanha!
Que com um primeiro passo
dá início as mais loucas campanhas...
Hei desbravador de florestas, desertos,
cidades, mares, vales e montanhas!
Hei!
corre para o excesso,
vai à intensidade, deixa e joga,
confunde e se perde. Acha-se e mexe.
Tenta-se e se experimenta!
Hei você que descobriu o suficiente
e agora bebe nada, ou bebe suave,
ou doses dobradas e todas elas.
Hei você que imagina um sorriso e sorri...
Imagina o amor e ama!
Tem um sonho e sonha!
Hei você!
Perde-se e se acompanha!
Que com um primeiro passo
dá início as mais loucas campanhas...
Hei desbravador de florestas, desertos,
cidades, mares, vales e montanhas!
Hei!
começo! o é Agora
plástico. vivo Vivi num e
um hà pouco escolhi ácido. Mas
ou errado. certo sei Não
em Só vão. será
eu Se acreditar. de deixar caso
animal seria eu Que acreditar. de deixasse
música tudo disso E também? no cabe meio
também? música tudo meio no E cabe disso
disso também? música no tudo cabe meio E
questão! é grande Essa a.
a ostento Mas certeza! eu
música mais a A próxima. estrela é
sol a O pista ilumina de dança. que
um hà pouco escolhi ácido. Mas
ou errado. certo sei Não
em Só vão. será
eu Se acreditar. de deixar caso
animal seria eu Que acreditar. de deixasse
música tudo disso E também? no cabe meio
também? música tudo meio no E cabe disso
disso também? música no tudo cabe meio E
questão! é grande Essa a.
a ostento Mas certeza! eu
música mais a A próxima. estrela é
sol a O pista ilumina de dança. que
Formúla Anti-Vida 1: Os Idealizadores do Mal
Eles são feitos de nós!
São filhos renegados,
bastardos dos julgamentos.
A morte do indivíduo.
São as injúrias, a aversão ao desconhecido!
Hidratam-se na fé da calúnia.
Na violência contra o que se teme!
O que é bom senhor?
O que é bom doutor?
Mais quais as medidas?
Nascem do ventre de vidro!
Suas vindas são pela morte de suas mães!
Suas imortalidades bebem o sangue
de fracos submissos, escravos e covardes!
São filhos renegados,
bastardos dos julgamentos.
A morte do indivíduo.
São as injúrias, a aversão ao desconhecido!
Hidratam-se na fé da calúnia.
Na violência contra o que se teme!
O que é bom senhor?
O que é bom doutor?
Mais quais as medidas?
Nascem do ventre de vidro!
Suas vindas são pela morte de suas mães!
Suas imortalidades bebem o sangue
de fracos submissos, escravos e covardes!
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
A Não Conhecida
Nossos maiores experimentos.
Fluidos de acasos nas veias dos destinos.
Para esconderem da rotina que rodeia...
Onde a alegria é a expressão de desespero!
Precisamos nos declarar.
Eis que surge uma desconhecida!
Fluidos de acasos nas veias dos destinos.
Para esconderem da rotina que rodeia...
Onde a alegria é a expressão de desespero!
Precisamos nos declarar.
Eis que surge uma desconhecida!
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Cerca
Obra em comunhão caótica.
Todos e tudo, nós, nossa volta.
Sombras de nossas almas;
tatuadas em meus ossos.
O medo da potência e sua vontade.
O medo de sonhos alucinados!
Um medo acuado, cômodo...
E o medo de tê-lo.
Todos e tudo, nós, nossa volta.
Sombras de nossas almas;
tatuadas em meus ossos.
O medo da potência e sua vontade.
O medo de sonhos alucinados!
Um medo acuado, cômodo...
E o medo de tê-lo.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Uma Noite Para Celebrar
O tempo de dançar e gritar.
Um dia para a tribo.
E somos todos nós!
Pele negra, branca, amarela ou vermelha.
Todos num ritmo consagrado.
As experiências antigas...
Os experimentos novos...
A juventude louvando o passado.
Para o novo ser venerado!
Um dia para a tribo.
E somos todos nós!
Pele negra, branca, amarela ou vermelha.
Todos num ritmo consagrado.
As experiências antigas...
Os experimentos novos...
A juventude louvando o passado.
Para o novo ser venerado!
sem título 4
Como uma criança saboreando a primeira experiência
que não sucumbe diante a fragilidade de todas as leis
de valores que estão pervertidas há milênios.
A liberdade sepultada sob nossa inteligência.
Sobre jovens que se calam
nem por decreto, nem por lei.
Apenas temem o fogo do fim
Quero ver o fogo...
Quero sentir as chamas...
Proclamarei todas as blasfêmias!
Pratos suculentos e indigestos!
Que alimentam todos os mortos de fome!
Na sala onde se velam todos os medos.
Onde estão sepultadas todas as certezas.
que não sucumbe diante a fragilidade de todas as leis
de valores que estão pervertidas há milênios.
A liberdade sepultada sob nossa inteligência.
Sobre jovens que se calam
nem por decreto, nem por lei.
Apenas temem o fogo do fim
Quero ver o fogo...
Quero sentir as chamas...
Proclamarei todas as blasfêmias!
Pratos suculentos e indigestos!
Que alimentam todos os mortos de fome!
Na sala onde se velam todos os medos.
Onde estão sepultadas todas as certezas.
O Lugar
É onde está!
Toda a existência, toda
interpretação, toda
magnitude, toda
simplicidade.
Ao se esvair ou ao
se libertar... É tudo
que realmente pode existir.
Não irá somente para ti, ó senhor de si!
Aquele que sorri, chora, vive a glória!
E também sua perdição. Amém!
Será o servo e o senhor de si. Amém!
Onde vive senhor de si?
Vejo-o por momentos,
talvez durante seus instantes.
Não é nem quer ser a todo
e qualquer tempo
sempre seguro e confiante.
Desatento, olha as dúvidas...
Vive um talvez,
mas à procura daquilo que quer.
Pois o lugar é onde está!
Toda a existência, toda
interpretação, toda
magnitude, toda
simplicidade.
Ao se esvair ou ao
se libertar... É tudo
que realmente pode existir.
Não irá somente para ti, ó senhor de si!
Aquele que sorri, chora, vive a glória!
E também sua perdição. Amém!
Será o servo e o senhor de si. Amém!
Onde vive senhor de si?
Vejo-o por momentos,
talvez durante seus instantes.
Não é nem quer ser a todo
e qualquer tempo
sempre seguro e confiante.
Desatento, olha as dúvidas...
Vive um talvez,
mas à procura daquilo que quer.
Pois o lugar é onde está!
E Lá?
E cá ao lado delas.
Serão sempre minhas!
Ou serão do pasto?
As mais sutis loucuras já degustadas.
Não, não é preciso mais nada.
Quando se morre com vivacidade
Pois toda idade é tempo.
E mais uma vez outra.
A deixar vagar ao infinito.
Talvez eu tenha razão.
Mas certamente não.
Medidas desmedidas
não devem valer nada.
Mas nada é alguma coisa?
Ou é coisa alguma?
Escolha mais uma vez, eis:
é o que nos importa,
é tudo que nos suporta!
E cá, ao lado delas, recebo os beijos e
o carinho de minhas lindas.
Uma novela insana de fome de amor,
de um amor juvenil que percorre a vida,
que troca de roupa, que troca de pele!
Que troca de olhos, que troca de alma!
Pois tudo que se procura cá...
É estar à procura!
Serão sempre minhas!
Ou serão do pasto?
As mais sutis loucuras já degustadas.
Não, não é preciso mais nada.
Quando se morre com vivacidade
Pois toda idade é tempo.
E mais uma vez outra.
A deixar vagar ao infinito.
Talvez eu tenha razão.
Mas certamente não.
Medidas desmedidas
não devem valer nada.
Mas nada é alguma coisa?
Ou é coisa alguma?
Escolha mais uma vez, eis:
é o que nos importa,
é tudo que nos suporta!
E cá, ao lado delas, recebo os beijos e
o carinho de minhas lindas.
Uma novela insana de fome de amor,
de um amor juvenil que percorre a vida,
que troca de roupa, que troca de pele!
Que troca de olhos, que troca de alma!
Pois tudo que se procura cá...
É estar à procura!
Feliz Aniversário Maria Julha!
E agora? Quinze anos...
E quando não entender.
Quando nem ao menos souber perguntar.
Onde os riscos oferecem garantias.
E todos e elas vão passar.
Mas no dia em que imaginar um significado,
terás um sonho a cultivar em seu jardim!
Daqueles com todo, algum e nenhum fim.
Então vai compreender para se confundir,
perder-se e se encontrar.
Vais enfrentar e agir.
Sorrir, viver e nunca mais pousar!
E quando não entender.
Quando nem ao menos souber perguntar.
Onde os riscos oferecem garantias.
E todos e elas vão passar.
Mas no dia em que imaginar um significado,
terás um sonho a cultivar em seu jardim!
Daqueles com todo, algum e nenhum fim.
Então vai compreender para se confundir,
perder-se e se encontrar.
Vais enfrentar e agir.
Sorrir, viver e nunca mais pousar!
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
normas. embriagues das Um brinde: à
Estar sono! com
antes de dormir. Mas fazer,
irromper. Entendimentos misturar,
singularizar transcendências as.
mim em Cair.
versinhos Mais alguns.
poeta é Ninguém! ninguém Sabe que é.
que não pode saber Sabe!
pele. sua Veste-se de
o por todo corpo até Ajeita-se dedos. os
vou. E agora
inconsciente. Jogar-me no
do alvorecer. Até pouco antes
a escrever sobrou. O que desse ser
compõe. Que em agora outro
mim? O que de será.
obra a grande Talvez minha?
mundo todo Talvez a sua seja!
antes de dormir. Mas fazer,
irromper. Entendimentos misturar,
singularizar transcendências as.
mim em Cair.
versinhos Mais alguns.
poeta é Ninguém! ninguém Sabe que é.
que não pode saber Sabe!
pele. sua Veste-se de
o por todo corpo até Ajeita-se dedos. os
vou. E agora
inconsciente. Jogar-me no
do alvorecer. Até pouco antes
a escrever sobrou. O que desse ser
compõe. Que em agora outro
mim? O que de será.
obra a grande Talvez minha?
mundo todo Talvez a sua seja!
sábado, 4 de setembro de 2010
Segunda Feira
Ela canta de cheia!
Olhe para o arco ires lunar e
faça seu pedido,
Jogue se pelo arco ires da Lua
Veja sua coroa colorida,
e ela com uma face toda nua,
e a sedução de outra obscura
O tempo da Natureza foi esquecido.
Soterrado por calendários impostos,
confusos e contrários!
E as estrelas entre nuvens.
Os relâmpagos e os ventos de Sol.
Então eu uivo...
Tão alto que não se pode ouvir!
Olhe para o arco ires lunar e
faça seu pedido,
Jogue se pelo arco ires da Lua
Veja sua coroa colorida,
e ela com uma face toda nua,
e a sedução de outra obscura
O tempo da Natureza foi esquecido.
Soterrado por calendários impostos,
confusos e contrários!
E as estrelas entre nuvens.
Os relâmpagos e os ventos de Sol.
Então eu uivo...
Tão alto que não se pode ouvir!
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Mesmices
Nas vitrines.
Nas prateleiras.
Nas bolsas e carteiras.
Sons industrializados.
Imagens enlatadas.
Sob as grandes luzes.
Artistas submissos...
Marionetes, passivos.
Tudo por muitos trocados.
Eis que és justificado!
O medo do proibido...
A inibição da personalidade.
Submissão dos sonhos.
A banalização do amor...
Nas prateleiras.
Nas bolsas e carteiras.
Sons industrializados.
Imagens enlatadas.
Sob as grandes luzes.
Artistas submissos...
Marionetes, passivos.
Tudo por muitos trocados.
Eis que és justificado!
O medo do proibido...
A inibição da personalidade.
Submissão dos sonhos.
A banalização do amor...
Teorema Infundado ou Pleonasmo
Não que alguém viva a alma de outro.
Mas que possa espiar essa alma e ver sua cor.
E como ver a passividade de interpretação.
Ou seu vermelho é o mesmo que o meu?
Pois aquilo que amarga uma boca, adoça outras.
E quando alguém abraça o outro.
E quando o outro abraça alguém,
Pois quando todos os Deuses dizem amém
e todos os Diabos gritam transem.
Quando dois corpos vestem a mesma pele.
E por algum tempo...
A solidão seca, e floresce a floresta.
Mais de mil desafios, mais de mil e só a dois.
Mais de mil desejos juntos e ainda separados.
Singularizados com nossos lados,
amando nossos defeitos perfeitos.
Espiritualizamos os nossos desejos
Talvez uma síntese do amor...
Quatro notas para um novo estilo.
Gritos sobre a criação e a condição das gerações.
O amor, seus mistérios e soluções,
suas alegrias sofrimento sua situação!
Eis o que nos seduz,
As possibilidades, a euforia dos sentimentos.
Mas que possa espiar essa alma e ver sua cor.
E como ver a passividade de interpretação.
Ou seu vermelho é o mesmo que o meu?
Pois aquilo que amarga uma boca, adoça outras.
E quando alguém abraça o outro.
E quando o outro abraça alguém,
Pois quando todos os Deuses dizem amém
e todos os Diabos gritam transem.
Quando dois corpos vestem a mesma pele.
E por algum tempo...
A solidão seca, e floresce a floresta.
Mais de mil desafios, mais de mil e só a dois.
Mais de mil desejos juntos e ainda separados.
Singularizados com nossos lados,
amando nossos defeitos perfeitos.
Espiritualizamos os nossos desejos
Talvez uma síntese do amor...
Quatro notas para um novo estilo.
Gritos sobre a criação e a condição das gerações.
O amor, seus mistérios e soluções,
suas alegrias sofrimento sua situação!
Eis o que nos seduz,
As possibilidades, a euforia dos sentimentos.
domingo, 8 de agosto de 2010
A Moda Espírita
Sob a tirania dos planos.
Das armadas do capital.
Junto ao vai e vem dos operários
Trafego mais pesado, menos iludido.
Mais consciente de tal diferente.
Uma natureza mais vontade
de potência e sua imanência...
Mais pesado,
pois não posso mais me alimentar
dessa nossa grande fome
Mais um papo superficial
com destino ou acaso
como a encarnação de punição:
condenados por crimes
de consciência outra.
Reféns da hierarquia eterna.
Vejo-os e aos médiuns!
Vejo elos com antepassados...
Presentes em nosso sangue e
no ar de nosso sangue
Consciências inconscientes,
Atribuídos a sentidos que entendemos.
Mas é o brilho de nossos olhos.
Nossas extensões.
Irmãos das demais entidades...
Uma nova e absoluta explicação.
Uma história sobre milhares
e nenhum instante,
que nos leva para todos
e lugar nenhum.
Com tudo
e também
com nada
algum.
Das armadas do capital.
Junto ao vai e vem dos operários
Trafego mais pesado, menos iludido.
Mais consciente de tal diferente.
Uma natureza mais vontade
de potência e sua imanência...
Mais pesado,
pois não posso mais me alimentar
dessa nossa grande fome
Mais um papo superficial
com destino ou acaso
como a encarnação de punição:
condenados por crimes
de consciência outra.
Reféns da hierarquia eterna.
Vejo-os e aos médiuns!
Vejo elos com antepassados...
Presentes em nosso sangue e
no ar de nosso sangue
Consciências inconscientes,
Atribuídos a sentidos que entendemos.
Mas é o brilho de nossos olhos.
Nossas extensões.
Irmãos das demais entidades...
Uma nova e absoluta explicação.
Uma história sobre milhares
e nenhum instante,
que nos leva para todos
e lugar nenhum.
Com tudo
e também
com nada
algum.
tão desconfiado. Ando
dos desmandos. meus Até mandos
sombra. da própria minha esconder Quero...
de noite! uma Preciso
de solidão... noite Uma
imerso mim. em noite uma De
me em consumir. Penso
pensamentos. Confrontar meus todos
de mais Nos batalhas. campos diversos...
versos Eis dos sutiliza. grande a
a reverenciar Ao arte guerra. da
guerra arte. Ou da...
estou. desconfiado E
próprio meu corpo. que vestindo Meio
macaco das. espécie Uma
branco, Macaco pez. só agora calçar falta os apenas
sombra. da própria minha esconder Quero...
de noite! uma Preciso
de solidão... noite Uma
imerso mim. em noite uma De
me em consumir. Penso
pensamentos. Confrontar meus todos
de mais Nos batalhas. campos diversos...
versos Eis dos sutiliza. grande a
a reverenciar Ao arte guerra. da
guerra arte. Ou da...
estou. desconfiado E
próprio meu corpo. que vestindo Meio
macaco das. espécie Uma
branco, Macaco pez. só agora calçar falta os apenas
sábado, 7 de agosto de 2010
Minha Besta
Acuado na terra imaculada e protetora.
Sou o pai da dor a qual quero me expor.
E dentro do coração o futuro é de cinzas
Pois as chamas consomem meu último suspiro...
Minhas saborosas ilusões cortam o estômago.
Trevas correm em minhas veias.
Relâmpagos iluminam as incertezas.
As garantias foram crucificadas
e ressuscitaram com sede de vingança...
Sou o pai da dor a qual quero me expor.
E dentro do coração o futuro é de cinzas
Pois as chamas consomem meu último suspiro...
Minhas saborosas ilusões cortam o estômago.
Trevas correm em minhas veias.
Relâmpagos iluminam as incertezas.
As garantias foram crucificadas
e ressuscitaram com sede de vingança...
Por Um Momento
Desligue-se agora de todos os seus vícios
De todos seus complexos
Livre-se de seus artifícios
Livre-se do que tem nexo
Desligue-se de todo
Não pense em nada
Deixe-se no som
Perca-se na levada
Quero ver você se requebrar
Quero ver você se remexer
Deixe a música te possuir, mexa-se,
Vai ser fácil se entregar!
Jogue-se e deixe fluir
Deixe seus pez deslizarem
Sua coluna se entortar
Seu quadril remexer
Desligue-se de todo
Não pense em nada
Deixe-se no som
Perca-se na levada
De todos seus complexos
Livre-se de seus artifícios
Livre-se do que tem nexo
Desligue-se de todo
Não pense em nada
Deixe-se no som
Perca-se na levada
Quero ver você se requebrar
Quero ver você se remexer
Deixe a música te possuir, mexa-se,
Vai ser fácil se entregar!
Jogue-se e deixe fluir
Deixe seus pez deslizarem
Sua coluna se entortar
Seu quadril remexer
Desligue-se de todo
Não pense em nada
Deixe-se no som
Perca-se na levada
Apenas Um Dia
Pois passou
e me deixou,
onde não sei quem sou
Não vamos nos limitar a isso "ou"...
Só pode perder quem encontra
Amigos ou amores em desencontros...
E o duelo dos egos
Perdido para um novo outro!
Dentre preciosidades de tolos...
Pois ouço rimas quebradas...
Na terra das possibilidades
O sonho sonhado ao lado da amada
A vida além da imortalidade
Pois ela dança no ritmo da melodia!
Sem hierarquias,
Pensamentos e universos...
A confusão inversa em rimas e versos
E o público em posições diversas.
Apenas um, nenhum e também todos de tudo e de nada.
Ou apenas um dia de caos!
e me deixou,
onde não sei quem sou
Não vamos nos limitar a isso "ou"...
Só pode perder quem encontra
Amigos ou amores em desencontros...
E o duelo dos egos
Perdido para um novo outro!
Dentre preciosidades de tolos...
Pois ouço rimas quebradas...
Na terra das possibilidades
O sonho sonhado ao lado da amada
A vida além da imortalidade
Pois ela dança no ritmo da melodia!
Sem hierarquias,
Pensamentos e universos...
A confusão inversa em rimas e versos
E o público em posições diversas.
Apenas um, nenhum e também todos de tudo e de nada.
Ou apenas um dia de caos!
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